Mais uma viagem de sonho realizada! Acabo de voltar de uma aventura inesquecível a bordo de um cruzeiro pelo Mediterrâneo, e posso afirmar que correu tudo perfeitamente bem! Desde o primeiro momento, fui recebida por um staff extremamente simpático, sempre com um sorriso no rosto, o que tornou a experiência ainda mais acolhedora. As refeições no restaurante do navio foram simplesmente deliciosas, muito bem preparadas e saborosas. E graças ao pack de bebidas incluídas, pudemos desfrutar de diversos sumos e mocktails refrescantes ao longo de toda a viagem. Desde o primeiro momento, cada dia foi uma surpresa e uma nova experiência emocionante, com um destino diferente para explorar a cada manhã. Consegui divertir-me ao máximo, descansar como há muito tempo não fazia. Recomendo um cruzeiro aos que gostam de conhecer vários locais em pouco tempo. Sugiro que se pretendem fazer as tours com guia, a partir do barco que as reservem antes da viagem porque esgotam rapidamente e podem perder uma boa oportunidade de conhecer os locais de uma forma mais prática. De qualquer das formas há sempre autocarros turísticos que fazem a tour pela cidade e que dão para ver o centro. Para os que gostam de caminhar, também têm essa possibilidade. Sou grata por cada momento e por cada pessoa nova que conheci. Obrigada à Interpass pela oportunidade de viver momentos tão especiais! O meu especial agradecimento à Andreia Chaves e ao Tiago Santos pelo acompanhamento antes, durante e depois da viagem, assim como pela grande simpatia e profissionalismo. O meu obrigado também ao Sr. Ricardo Tavares pela disponibilidade e eficiência no processo de marcação. Mal posso esperar pela próxima viagem!
Em 73 anos de idade, a conta dos meus ganhos em jogos e sorteios é fácil de fazer: 1 pato vivo, aos 10 anos, na Feira de S. João Baptista, em Almada; 1 máquina Polaroïd, aos 35 anos, em Bruxelas; três ou quatro vezes prémios de 4-5€ nos jogos Santa Casa (também é verdade que jogo pouco) e, de repente, cai-me do céu, com um pré-aviso de apenas 4 dias, um Cruzeiro de 10 dias, no Mediterrâneo. Após a surpresa inicial, depressa se reorganiza o que estava previsto e se reencontram os gestos de fazer as malas, até porque, como alguém sabiamente disse “Viajar é mudar a roupa da alma” e, para isso, é preciso que o corpo a acompanhe. Já tínhamos feito dois cruzeiros, em barcos esplêndidos, mas, desta vez, as nossas expectativas foram ultrapassadas, pois o “MSC Virtuosa” é um navio incrível: pela dimensão, pela decoração, pela quantidade, diversidade e qualidade das opções de ocupação do tempo a bordo, pelos excelentes espectáculos diários, pela organização, pela simpatia e competência dos tripulantes, pela segurança no que respeita às regras de prevenção da Covid… Falando de regras Covid, quem fizer um cruzeiro enquanto durar a pandemia ficará desapontado com o facto de, nas escalas, não se poder ir a terra por conta própria e ter-se de ir em excursão com guia (o qual se deve seguir “religiosamente”), não se poder entrar em qualquer loja e não se dispor de tempo livre para visitar. Vai-se em rebanho, regressa-se em rebanho, para evitar eventuais focos de contaminação. Mas toda a gente sabe, também, que não é viajando em cruzeiros que se conhecem as cidades a fundo. Coube-nos uma (excelente) cabine na popa do navio e não podia ser melhor pois, ao navegar, como o vento sopra da proa para a popa, nunca fomos incomodados pelo vento. Passámos uns dias esplêndidos: cuidámos do corpo utilizando o ginásio, o spa, o jacuzzi, as várias piscinas, caminhando no deck, até jogámos matraquilhos! E cuidámos da alma e da mente pondo algumas leituras em dia. Instruímo nos, também, pois apesar de, à excepção de Cádiz, já conhecermos todas as cidades do itinerário do cruzeiro (Lisboa, Barcelona, Marselha, Génova, Málaga, Cádiz, Lisboa), saímos em excursão em todas elas, tendo aproveitado, por exemplo, para visitar Aix-en Provence, que conhecíamos mal, a partir de Marselha. Em Barcelona, para além de deliciar os olhos com toda a beleza da cidade tivemos, até, direito a um acidente de viação (uns risquinhos na pintura) e a duas horas de copiosa chuva! Foi aqui, também, que tivemos a maior desilusão, pois não é permitido aos autocarros aproximarem-se da Sagrada Família e, por isso, só a vislumbramos através de árvores, esquinas e cruzamentos, sempre dentro do autocarro. Que posso dizer mais? Que voltámos a encantar-nos com a magnífica Catedral de Málaga; que tivemos a sorte de sair de Marselha antes da ocorrência das cheias de 5 de Outubro, que viraram a cidade de pernas para o ar; que ficámos sem saber qual das cidades – Marselha, Málaga, Cádiz – é, afinal, a mais velha cidade do Mediterâneo, porque todos os guias “puxavam a brasa à sua sardinha”. E como prémio do prémio, há lá coisa mais bonita do que entrar nas mansas águas do Tejo, numa límpida madrugada de Outono, e encarar com a nossa querida Lisboa prontinha a despertar! Mudámos mesmo a roupa da alma, pois estávamos com urgente necessidade de umas férias! Só nos resta agradecer ao Clube Interpass este magnífico prémio, o qual, com a “sorte” que tenho ao jogo, ficará provavelmente para sempre como o MELHOR alguma vez ganho em toda a minha vida. O nosso obrigado. Maria Isilda Moreira Mário Guerra PS: Acompanhamento? Não demos por nada.
Soneva Gili O paraíso na terra, sem sombra de dúvidas, este Resort supera todas as expectativas que possamos imaginar. A primeira vez em Soneva foi um sonho tornado realidade, onde o melhor adjectivo, a melhor foto não consegue retratar o grito de beleza existente naquele lugar!! É de uma paz estonteante e o fundo do mar...indescritível! A Natureza privilegiou aquela ilha, mas o serviço do Soneva Gili está à altura do local...a excelência do serviço é digno de um rei, neste caso de sheikh, pois qualquer desejo é cumprido! Nunca mais estarei num sítio como Soneva Gili, por isso é que já somos repetentes. Sem hesitar, afirmo com toda a certeza: Maldivas e Soneva Gili é algo que é único, fantástico e inesquecível. A toda a equipa Interpass e em especial ao Gonçalo Gomes Pedro agradecemos estas férias...agradecemos também a ele ter conseguido interpretar aquilo que lhe pedimos para as Maldivas.
Mais uma vez com a preciosa colaboração da Paula Torres rumamos à Ilha Reunião em Junho de 2016. Optámos pelo pacote de férias que incluía alojamento em meia-pensão com aluguer de carro, o que se revelou uma óptima escolha em virtude de podermos conhecer esta fantástica ilha. Itinerário: 1º dia: passeio pela capital Saint-Denis onde destacamos a catedral, as casas crioulas, o Grand Marché, o Hôtel de Ville e o parque Le Barachois. 2º dia: Saint-Denis a Hell-Bourg Visita ao templo Hindú e farol em Saint-Suzanne, Cascade Niagara e Bassin Bouef, Cascade des Délices e Cascade Voile de la Mariée. Chegada a Hell-Bourg, encantadora vila de estilo crioulo onde destacamos as casas crioulas e a Maison Folio. 3º dia: Hell-Bourg a Plaine des Cafres Visita ao vulcão Piton de la Fournaise, pelo caminho admiramos diversas paisagens tal como a Riviére de Remparts, a cratera Commer-son, a Plaine de Sables e a passagem do Bellecombe. 4º dia: Plaine de Cafres a Saint Pierre Visita ao museu La Cité du Volcan em Bourg Murat, seguindo depois para visita á igreja de Sainte-Anne, ponte des Anglais, Notre Dame de Laves (que resistiu á erupção de 1977 do Piton de la Fournaise), Anse Cascades (praia e pequeno porto de pesca com belíssimas cascatas) e finalizámos no Grand Brûlé onde se pode ver a terra ganha ao mar pela erupção do vulcão, paisagem fantástica. 5º dia: Saint Pierre a Cilaos Percurso feito por uma estrada sinuosa e pitoresca com paragem em diversos miradouros onde observamos o relevo acidentado, visita ao miradouro da Roche Merveilleuse de onde se vê a vila de Cilaos e o Piton des Neiges. 6º dia: Cilaos a Saint Gilles Visita á praia Grand Anse com passagem pela fabulosa Cascade Grand Galet, visita ao museu industrial do açucar Stella Matutina finalizando em Souffleur e Point au Sel para admirar as incriveis formações de lava sobre o mar. 7º dia: Saint Gilles e Saint Paul Passeio de helicóptero pelos 3 Cirques, fantásticas vistas aéreas das cascatas e formações rochosas bem como das praias, imperdível. Visita ás praias de Boucan-Canot e ao mercado de Saint Paul onde podemos adquirir artesanato e todo o tipo de frutas tropicais. Visita ao cemitério Marin onde se encontra a campa do famoso pirata La Buse. 8º dia: Saint Gilles a Saint-Denis Antes de nos dirigirmos ao aeroporto de Saint Denis visitámos as praias de Saint-Gilles-Les-Bains e La Saline. Em suma. o verde, as cascatas e os vulcões tornam a ilha Reunião um destino único a visitar.
Férias no Algarve Interpass Vau apartamento, estadia em Abril de 2016, deixo algumas sugestões aos gestores do empreendimento, nomeadamente relativamente ; á variedade e confeção das refeições que fica muito a desejar, a área da receção poderia ter musica ambiente ao final da noite. Contudo o quarto estava bem equipado e em bom estado. Agradeço o profissionalismo da técnica que me proporcionou esta experiencia , Elisabete o meu muito obrigada. Gina
Islantilla é muito giro tem praias adoráveis , as vivendas aonde ficamos são boas nas já deviam ter ar condicionado porque so há ventoinhas que não da porque é muito calor. O comer é ótimo os empregados são excelentes e sempre tudo muito bem organizado.
muito bom
Viagem para Maiorca com grande atraso do avião (cerca de 13h00m). Estadia no hotel Sol Barbados muito boa. Boas piscinas e praia próxima e acessível. Boa qualidade e variedade da comida. Regresso com um atraso de cerca de 3 horas em relação ao valor inicialmente indicado quando da compra da viagem.
Viagem muito interessante, que alia visitas a cidades (Los Angeles, Las Vegas, S. Francisco) aos passeios pelos parque nacionais (Grand Canyon e Yosemite), com paisagens fantásticas e de grande beleza. Recomendo particularmente um passeio de helicóptero sobre o Grand Canyon (extra circuito) e uma visita ao Getty Museum em Los Angeles,bem como atravessar a ponte Golden Gate em S. Francisco até Sausalito.
Boa tarde, Excelente Páscoa, bem organizada pelos profissionais do Interpass na pessoa da d. Elisabeth Felgueiras, bom alojamento no Açorsonho, muito boa comida e tudo em boa companhia... muito bom!!!
Fiz com a Esposa, no passado mês de Junho 2016 uma viagem à Riviera maya. Mexico. Grande destino para férias que junta sol, muito calor, praia e cultura. Existe muitas excursões onde se pode visitar a cultura Maya. Ficamos no Gran Bahia Principe Coba, excelente Hotel, Quartos Suite Junior, piscinas, jardins, restaurantes, excelente comida. Só não gostei da caça à gorjeta... há diferentes tipos de atendimento de acordo com a gorjeta. E tambem o facto os serviços que terminarem às 22h. Meia hora antes já não servem, e até correm para encerrar. A companhia aeria foi como sempre a Orbest. Na saída de Lisboa só atrasou o Voo 2 horas, não deram lugares marcados , pois não conheciam a aeronave que teve de vir de Madrid buscar-nos a Lisboa. Tivemos em fila de pé á espera do Avião. -Foi muito mau! No regresso tudo correu dentro da normalidade/ horarios. Da Interpass: Excelente atendimento por parte da Colaboradora Elisabete de Portimão, sempre paciente, e simpatica. respondeu a todos os meus pedidos. Da empressa Interpass: confesso que ano após ano estou a a ficar mais desiludido- se fosse hoje não me associava- Os preços já não são competitivos, tenho de estar sempre a fazer prova de que no mercado tem mais barato, para poderem igualar. Foi à feira de Lisboa comprar a viagem e lá havia outras agencias com preços mais baratos; 8 dias mais tarde já não me garantiam o preço dado na feira, enfim. Nas férias de verão os hoteis interpass, todos esgotam muito cedo, antes de poder-mos marcar férias com o patronato e de pois não apresentam alternativas a igual custo. E eu tenho de fazer féias de Verão com a Ricky Travel a quem não pago Quotas... Em Suma: Bom destino, Bom atendimento pelas colaboradoras da Interpass, preços Altos em comparação com outros Portugueses que viajaram juntos no mesmo avião/ Hotel mas de outras agencias de Viagem.
Mais uma vez com a excelente colaboração e disponibilidade da Paula Torres, planeámos as nossas férias com destinos à ilha Maurícia. O hotel escolhido foi o Beachcomber Trou aux Biches Resort & Spa, excelente resort onde passámos 1 semana de sonho na companhia de um mar de côr verde, palmeiras, areia branca e sol. Instalações de boa qualidade e staff muito atencioso e prestável em todos os sectores, alimentação variada e de excelente qualidade com especial ênfase para as noites temáticas (Mauricias/Creoula e Asiática). Espaços exteriores e piscinas sempre bem cuidados e limpos, muitas áreas verdes onde podemos descansar e desfrutar deste belíssimo resort. O hotel possui várias actividades onde destacamos o barco com fundo de vidro, canoa e gaivota. Optámos por fazer as excursões recorrendo a um operador local que as vendia em plena praia do resort (Blue Ocean Fun Ltd - Parasailing group), fizemos as seguintes: - Île aux Cerfs - Ilha que fica na parte este das Mauricias com praias de areia dourada e águas cristalinas, ideal para mergulho e relaxar. Ao final da manhã fomos de speedboat ver uma cascata situada no Grand River. O almoço barbecue foi numa praia deserta localizada no outro lado da Cerfs onde podemos optar por um passeio ou um mergulho no belíssimo mar. Regresso ao hotel ao final da tarde. - Île aux Benetiers - Excursão feita de barco onde durante o percurso podemos avistar/mergulhar com golfinhos, chegámos na maré baixa e por impossibilidade do barco atracar fizemos parte do caminho a pé o que nos permitiu contemplar as águas transparentes desta belíssima ilha. Almoço barbecue na praia e no regresso possibilidade de nadar junto à rocha coral que dá nome á ilha. Durante a viagem de barco tivemos a companhia de vários grupos de golfinhos que permitiram momentos fantásticos e belas fotos. - Tour do Sul - esta excursão inclui uma visita à fábrica de barcos miniatura, à Cratera Trou aux Cerfs, à Cascata Alexandra, ao Black River Gorges Park, ao Gran Bassin que é o lago sagrado onde se encontra um fabuloso complexo Hindú; areias coloridas de Chamarel, conhecidas mundialmente pelas suas 7 cores naturais; e ainda a cascata situada no mesmo parque; e a Igreja de Nossa Sr. de Fátima. - Jardim Botânico de Pamplemousse - belíssimo jardim onde encontramos diversas espécies endémicas onde se destacam os nenúfares gigantes, é tambem aqui que se encontra o mausoléu do pai da independência da Mauricia. Em suma destino ideal para quem procura praias fantásticas e uma cultura diferente.
Viagem de ida péssima pois o avião saiu com 13 horas de.atraso. Hotel muito bom. Viagem de regresso saiu dentro do horário previsto na segunda alteração (18h00m em vez das 21h25m inicialmente previsto). Estadia muito boa.
Viajamos para os Açores, São Miguel, destino muito lindo, imensas colinas, tudo muito verde e florido. Fomos descobrir as principais atracções da ilha, como a lagoa do fogo, das sete cidades e das furnas. O jardim Terra Nostra é um encanto com uma vegetação densa e um tanque de agua termal a 40ºC, óptimo para relaxar. A cidade de Ponta Delgada também é muito agradável com o seu passeio marítimo e os Açorianos são muito simpáticos. Gostamos muito.
Ilha da Boavista, que linda viagem! Troco as Caraíbas para a Ilha da Boavista. Povo muito simpático e acolhedor. Estivemos alojados no Iberostar, hotel muito bom em termos de serviço, alimentação variada e deliciosa, equipa de animação excelente sem esquecer a praia duma dimensão imensa, areia branca e agua quentinha. Também pode-se praticar varias actividades, nos escolhemos o step e a zumba. Também fizemos 2 excursões, 1 volta a ilha e a outra fomos ver as tartarugas, expectacular! Adoramos as nossas férias 4e lá voltaremos.
A Elizabete foi 5 estrelas no tratamento desta reserva e do seguro. O local escolhido é excelente. Parabéns!
Estivemos no Clube Praia Mar. A Elizabete Felgueiras tratou da reserva,seguros e forneceu-nos toda a informação e bateu tudo certo. Local excelente.
Decorreu tudo de forma excelente! É esta a melhor forma de começar o meu relato de viagem. A técnica, Elisabete Silva, a quem agradecemos muito toda a paciência e colaboração, teve o cuidado de procurar e adaptar a viagem ao que pretendíamos fazer. E todo o atendimento pós reserva decorreu de forma tranquila e sempre prestável. E foi fantástico. Começamos por Bangkok, cidade louca, imperdível. Custar os templos, comer na rua e subir a um roof top ao por do sol! Seguimos para Phuket, 3 dias, gostei mas depois de tudo o que vi, prescindia e optava por outra ilha. Seguimos de ferry para as Phi Phi e chegamos ao paraíso. Fizemos vários passeios de barco a outras ilhas, mergulhamos, dançamos, dormimos à beira do mar, fomos felizes. Ainda hoje me teletransporto para lá quando entro em stress... A comida é fantástica, as pessoas adoráveis, a praia e o mar não têm igual. Se possível, será para repetir para outras localidades/ilhas. Agora, para já queremos ir à Grécia e já estou a contar com a colaboração da Elisabete Silva para nos orientar!
Escusado será dizer, de novo, que não há melhor forma de explorar o mundo, senão a bordo de um navio. Antes de começar a contar o nosso périplo através do Canal do Panamá, não podemos deixar de agradecer os incondicionais apoio, profissionalismo e cuidado com os quais sempre somos servidos na pessoa do Sr. Pedro Sousa, V/ exímio colaborador que nunca deixa nada ao acaso e o qual se encontra sempre atualizado, tomando sempre as devidas precauções e os preciosos conselhos para que nada falhe, desde as passagens aéreas, às reservas de cruzeiro, às suas eventuais alterações e à chamada de atenção para não haver esquecimento algum, particularmente dos passaportes. Sem ele, nada seria tão pormenorizada e cautelosamente organizado. A ele, um enorme agradecimento, assim como à restante equipa do InterPass-Porto, a qual dá assistência no caso de estar ausente, embora que seja rara. Por isso, mais uma vez, navegámos com a companhia Holland America Line (HAL), e atravessámos o Canal do Panamá, qual obra de engenharia singular que veio revolucionar, e encurtar, as travessias marítimas entre os Oceanos Atlântico e Pacífico. O embarque foi efetuado a 30 de abril no porto marítimo de Fort Laudardale - Florida, tendo o MS Amsterdam - todos os nomes da frota da HAL são de origens neerlandesas - zarpado às 16h30 e transportando-nos ao primeiro porto do itinerário desta viagem de 22 dias. Imediatamente no dia seguinte, lá atracámos em Half Moon Cay. Esta ilha, em forma de meia-lua (antigo “covil” de piratas, segundo o que querem que acreditemos), faz parte geograficamente do território das Bahamas, mas pertence, por aquisição, às companhias de cruzeiros HAL e Carnival, onde aportam assiduamente, publicitando-a como sendo uma ilha paradisíaca, o que podemos confirmar que é a pura verdade: areais de um branco imaculado, águas cálidas e límpidas, repleta de arvoredos e animais autóctones, tudo mantido com amor por baamianos que trabalham na ilha, com o intuito de preservar a ilha e torná-la o paraíso de cada visitante que saia dos navios. Portanto, se estiver a pensar fazer uma algum cruzeiro nas Caraíbas, não se esqueça de ver se o itinerário inclui esta ilha privada! De seguida, após dois dias de navegação, ancorámos no dia 4 de maio em Cartagena de las Índias, um dos portos principais da Colômbia e que também ocupa o seu peso num itinerário valioso naquela região do planeta. Antiga capital do império hispânico - a outra era Toledo, pois Madrid ainda não existia - guarda imensos monumentos desse tempo e um forte, cuja visita é imprescindível; aliás, esta cidade com o porto marítimo colombiano mais importante, faz parte da Lista da UNESCO como Património Mundial, por isso, nem necessitamos mais dizer que a sua riqueza histórica, arquitetónica e cultural vale uma visita aturada. É verdade que o navio só esteve ancorado das 7 da manhã à uma da tarde, mas o que nos esperava no dia seguinte era também uma obra digna de ser visitada que não nos importámos muito em zarpar tão cedo. Ora, essa obra magnificente da arquitetura moderna chama-se Canal do Panamá. A construção deste canal artificial, a 26 metros acima do nível do mar, que começou em 1881 sob a supervisão da França e foi retomada pelos EUA em 1904, foi oficialmente inaugurada em 1914. Em 2007, uma terceira fase de eclusas mais largas teve início, e finalizaram-na precisamente este ano, facto que nos levou a celebrar ainda mais este Canal, o qual veio facilitar imenso o tráfego marítimo entre os Oceanos Atlântico e Pacífico, cuja passagem inesquecível leva um dia inteiro: entrámos em Cristobal por volta das 5 da madrugada e saímos em Balboa às 19h30. No dia 6 de maio tivemos direito a mais um dia de navegação, mas sem nunca nos aborrecermos! Ao contrário daquilo que muitos viajantes possam pensar, passar dias, serões ou noites dentro de um navio, jamais se torna enfadonho, pois há sempre atividades a bordo: diferentes desportos, dança, aprendizagem de línguas, de informática, de culinária, de pintura; ginásio bem equipado, piscinas, sauna e/ou jacuzzi, tratamentos de beleza e saúde, espetáculos e festas para todos os gostos, cinema e até casino, que apesar de não gostarmos e nunca termos utilizado esses serviços, costuma atrair muitos aficionados. Ademais, para nós, o conceito de férias é significado de descanso, descoberta e prazer, por isso não há forma mais relaxante, interessante e completa de fazer férias do que a bordo de um cruzeiro. Continuando, aportámos a 7 de maio em Puerto Caldera (Puntarenas). O guia costa-riquenho estava à nossa espera no porto de (des)embarque e a excursão incluía também uma visita ao Vulcão Poas, o qual, infelizmente, nem avistámos, porque neste dia estava bastante nublado. Não obstante, tanto a visita ao parque das cataratas do “Jardín de la Paz”, assim como o almoço no meio desta floresta virgem, não esquecendo também o profissionalismo do guia e da sua simpatia, foram suficientes para coroar de sucesso a única excursão que decidimos fazer por nossa conta, pois tínhamos lido que a Costa Rica é um país seguro, o que pudemos corroborar. Não menos segura e menos bela foi a visita a outro país da América Central que muitas vezes tem conotações negativas, hoje em dia sem veracidade, pois a guerra civil já terminou há muito tempo e o povo só quer agora viver em paz e progredir. Foi isto que pudemos constatar no dia 8 de maio quando chegámos a Corinto e começámos a excursão que nos levou à antiga capital nicaraguense. León é uma cidade pacata, cheia de história e muitos edifícios da sua época de glória, sendo o mais icónico a catedral, totalmente pintada por fora de branco e com um interior de uma sobriedade e luz natural abundantes, que lhe valeu a entrada na lista de Património Mundial da UNESCO. Ficámos tão bem impressionados que prometemos voltar um dia à Nicarágua, logo que a oportunidade surja. No dia 9 de maio, seguiu-se outro país centro-americano: a Guatemala. Aqui, mais uma vez, ficámos positivamente impressionados, tendo o passeio ocorrido na antiga capital colonial de Antígua, onde visitámos a catedral, diferentes ruínas de outros edifícios religiosos, o palácio de La Merced e a respetiva igreja, não esquecendo o próprio município. Será desnecessário explicar que toda a cidade pertence à vasta lista da UNESCO, prestígio que indubitavelmente merece. No entanto, aquilo que mais nos tocou foi a cor dos diferentes artefactos, das mantas, dos vestidos, dos diferentes instrumentos musicais. Todos aqueles produtos de artesanato que costumamos ver na Europa, assim como os trajos coloridos dos guatemaltecos e a respetivas músicas, são a verdade pura e simples. Se pudéssemos, tínhamos comprado tudo, mas foram as memórias que bem registámos. Nos dias seguintes, entre 10 e 13 de maio, outro grande país da América do Norte nos esperava, antes de rumarmos de novo aos EUA e depois ao Canadá: o México. O primeiro porto, apelidado Puerto Chiapas, permitiu-nos ir ao centro da bela cidade de Tapachula, repleta de edifícios coloniais, depois visitar umas bonitas ruínas Maias - Zona Arqueológica de Izapa -, qual reduto de uma civilização que, apesar de pensarmos que foi extinta, o certo é que continua a existir no interior das grandes florestas, com as mesmas tradições e diferentes dialetos maias. Não tivemos contacto com nenhuma, mas a sua história foi-nos contada através de um guia bastante profissional e bem informado que nos fez viajar no tempo, com todas as suas explicações. Antes dessas ruínas, ainda tivemos a oportunidade de visitar o Planetário, para melhor compreendermos o calendário maia e que, apesar de nos terem dito que o mundo acabaria a 21 de dezembro de 2012, segundo o seu calendário, a verdade apenas passava pelo facto de terminar uma nova era e começar uma outra! Na manhã seguinte, entre as 8 da manhã e as duas da tarde, resolvemos ficar na praia de Huatulco, a qual ficava logo ali, a dois passos do navio. É claro que houve passageiros que ainda fizeram excursões, mas nós apenas quisemos usufruir das águas transparentes e mornas do México, apesar de também termos dado um passeio pelo vilarejo, repleto de embarcações, tanto de recreio como de pescadores, e lojas para todos os gostos. No seguimento de outro dia de navegação, ancorámos no dia 13 de maio em Puerto Vallarta, onde decidimos aventurar-nos por nossa conta, algo que aconselhamos vivamente a qualquer pessoa que saiba espanhol ou entenda e se faça entender, pois é uma cidade bem organizada e com um passeio marítimo a perder de vista, assim como as suas praias de areia branca. Logo que saímos do porto, apanhámos um autocarro até ao centro, visitámos o centro e depois “abancámos” num bar com música dos anos 70, 80 e 90, mesmo em frente ao areal, onde aproveitámos para descansar, escrever e/ou falar com os nossos familiares ou amigos e apreciar a paisagem. Puerto Vallarta ficou indubitavelmente na nossa memória e ficou a vontade de regressar. Para repousarmos de vários dias de emoções fortes, pois um navio também para isso serve, nos dias 14 e 15 de maio navegámos com destino ao primeiro porto dos EUA no Pacífico deste itinerário: São Diego. Se primeiro pensámos que seria uma cidade norte-americana como outra qualquer, enganámo-nos! San Diego tem tudo para desejarmos regressar: trânsito organizado, gente simpática e prestável, bosques a perder de vista, praias de suster a respiração, repletas de leões-marinhos que fazem as delícias de miúdos e graúdos, mesmo ali à nossa frente, prontas para uma fotografia. Se há cidade da Califórnia que nos atraiu imenso, em comparação a Los Angeles, São Francisco ou mesmo São José, foi de facto São Diego. Seguidamente a outro dia de navegação, aguardava-nos outro ponto alto desta viagem, a cidade de São Francisco, a qual inicialmente não pertencia ao roteiro, substituindo o porto de Santa Bárbara, visto o Cabo de São Lucas também ter sido eliminado daquele, para ninguém sair lesado com as modificações efetuadas e comunicadas atempadamente pela HAL. Felizmente, apesar de ser uma cidade bastante chuvosa e de nevoeiros cerrados, fomos brindados com um dia soalheiro e quente, que nos deu a possibilidade de, finalmente, ver e apreciar a tão famosa “Golden Gate Bridge” (“Ponte do Portão de Ouro”), pois da primeira vez que lá estivemos há alguns anos, quase que não conseguimos ver senão os mastros da mesma. Optámos por fazer um passeio num autocarro turístico descapotável, pois o calor era suficiente para irmos no andar de cima e aproveitarmos em grande as paisagens, os edifícios históricos e/ou modernos e, desta feita, atravessarmos a Golden Gate, já que o navio já tinha passado sob aquela. É deveras uma outra obra magnífica da engenharia, tendo em conta que quando foi construída nos anos 30, parecia um projeto mais que arriscado, quase impossível. No entanto, a 27 de maio do próximo ano, celebrará 80 anos de existência. Por último, antes de atracarmos em Victoria - British Columbia (Colúmbia Britânica), Canadá, a 20 de maio, ainda tivemos mais um dia de “dolce fare niente”, o último de navegação. Victória é uma linda cidade piscatória e histórica, com casas típicas de alturas modestas por um lado, onde ainda hoje se mantém o vilarejo de pescadores (“Fisherman’s Wharf”), repleto de embarcações e bares coloridos, e um centro com edifícios imponentes e belos, tipicamente de traça britânica, a qual vale seguramente uma visita, sobretudo porque viu também nascer várias personalidades conhecidas do grande público, entre eles a luso-canadiana Nelly Furtado. Desembarcámos no dia 21 de maio em Vancouver, cidade que não conhecíamos e que foi aquela que menos nos impressionou, para dizer a verdade, mas talvez pela razão óbvia de sempre termos ouvido falar muito bem da “popular” cidade canadiana e moderna de Vancouver. Não obstante, também é digna de uma visita, sobretudo pela atraente vida multicultural e multilingue, os seus parques verdes cheios de bonitos e coloridos tótemes a lembrar as suas origens índias. Em suma, é claro que há uns portos mais bem apetrechados que outros, com mais ou menos esplendor, tudo para turista ver e comprar, mas descobrir novas culturas, paisagens, costumes e línguas, não há nada melhor que descobrir o mundo a bordo de um navio. Mais uma aventura sem quaisquer percalços, em tudo inesquecível, sempre na expetativa de mais e mais conhecer!
Aparhotel Presidente Situado em Portimão Mesmo frente ao mar Tudo muito eficiente Alegria e satisfação Como n/ proprio lar Destino reservado com eficiência Humildade e sem puxar dos galões Tenho a gradecer a competencia Da senhora Margarida Simões Sempre disponivel e atenciosa A ajudar em encontrar solução Simpatica e muito amorosa Deve ter muito bom coração Ainda existem boas
Adorámos simplesmente maravilhoso. Tempo para tudo descanso e visitar as ilhas.
Boas condições e bom atendimento.
Quero deixar o meu agradecimento à colaboradora do Interpass Carina Guerreiro pelo atendimento que foi correto e profissional, havendo a salientar a simpatia a preocupação em arranjar sempre alternativas para as datas que fomos sugerindo. Quanto ao alojamento fiquei de facto muito satisfeito pois num T0 para um casal (não é preciso mais). O local é muito calmo, não havendo dificuldade de estacionamento e a simpatia dos colaboradores.